I Encontro Unicamp Sobre Comunicação e Mobilidade Alternativa/Aumentativa

Debate sobre perspectivas e formas de cooperação institucional , visando a aplicação de tecnologia de apoio às pessoas com deficiência - 02/03 de março de 1998.

Título: DEFNET - A informação como transformação Aumentativa e Alternativa
Autores: Jorge Márcio Pereira de Andrade e Lucia Maria de Miranda
Apresentação: Jorge Márcio Pereira de Andrade
Instituição: DEFNET - Centro de Informática e Informações sobre Paralisias Cerebrais

RESUMO:

A partir de nossa experiência de implantação e consolidação de um trabalho pioneiro na INTERNET, com a criação do DEFNET - BANCO DE DADOS PARA E SOBRE PESSOAS PORTADORAS DE dEFICIÊNCIAS, em 1996, e posteriormente de nossa Associação: o CENTRO DE INFORMÁTICA E INFORMAÇÕES SOBRE PARALISIAS CEREBRAIS, originalmente idealizados pelo Dr. Jorge Márcio Pereira de Andrade, que é pai de duas crianças com Paralisia Cerebral, descrevemos a nossa trajetória de realização de nosso objetivo de "implantação de meios sociais e mídias que estimulem e favoreçam o processo de acesso à Educação, Desenvolvimento de Potencialidades, Tratamentos ou Terapias e Formação Profissional com a utilização ativa da INFORMÁTICA e TECNO - LOGIAS ASSOCIADAS, principalmente as de última geração e acessíveis para seus associados e a Sociedade". Abordando a presença ativa da INFORMAÇÃO, através de todos os meios de comunicação social, e seu papel transformador e revolucionário dos próximos tempos, levantamos alguns pontos para reflexão sobre sua democratização para as pessoas com dEficiências no Brasil.

DEFNET: A INFORMAÇÃO COMO TRANSFORMAÇÃO AUMENTATIVA E ALTERNATIVA

I - Introdução :

"O ciberespaço não é um mundo frio, mas o lugar de uma fervilhante população... A desterritorialização da biblioteca a que assistimos hoje talvez seja apenas um prelúdio à aparição de um quarto (e novo) tipo de relação cognitiva"

(Pierre Lévy - Caderno Mais - Folha de São Paulo - 22/02/98) * (grifo nosso)

Há muito tempo o Homem vem criando e desenvolvendo tecnologias, e sempre são as ‘novas’ tecnologias que acabam por receber suas maiores ‘superstições’ e ‘mitificações’, e levaram ( e ainda levam) às comunidades ou indivíduos a acreditarem em seus poderes e ameaças como o ‘fim do mundo’, o extermínio e o desaparecimento da raça humana.

E esta visão obscurantista ainda nos afeta quando falamos da utilização de recursos tecnológicos para pessoas com necessidades especiais. E o conhecimento produzido pelo acesso a novos meios e máquinas ficava restrito ou cerceado ao campo da produção científica e os seus pesquisadores.

Como acreditamos, e lutamos, pela máxima difusão de informações, nunca antevemos o FUTURO como ameaça, mas com abertura , como sonho a ser realizado, como uma utopia criativa, um ‘possível’, mais uma ‘diferença’ a ser informada a todos , que como ALTERNATIVA (alternativa - nascida do OUTRO) merece e precisa ser conhecida para ser respeitada. Estes princípios nos tem levado a pesquisar, coletar, selecionar, verificar e difundir ‘todas’ as informações que podemos acessar, seja pela via da Grande Rede Informatizada (a WWW , World Wide Web) ou outros meios de comunicação , sejam científicos ou não, de entidades sociais ou de pessoas, através de todos os tipos de texto e divulgação.

E acreditando no potencial transformador da informação estamos trabalhando arduamente para a criação de um Banco de Dados, um acerco ou conjunto ampliado e atualizado de Informações a serem armazenadas e arquivadas em computador ( assim como fora dele, pois não somos ‘biblioclastas’ , e sim ‘bibliófilos’), para serem posteriormente disponibilizadas e difundidas. E neste sentido já realizamos a concretização de uma página pioneira na INTERNET , que hoje já se encontra entre as 10 (dez) melhores do Brasil , da categoria Saúde, segundo um concurso da revista Internet World (janeiro de 1998), e serve de referência , como ‘link’, a aproximadamente 209 (duzentos e nove) outras páginas da Internet. Com uma média de 20 (vinte) acessos diários, por pais, professores, dEficientes, terapeutas, e pessoas interessadas em informação sobre dEficiência, já ultrapassamos os 12.000 acessos , em aproximadamente 22 meses de ciberespaço.

E a INFOVIA ( the information superhigway) é hoje uma realidade , em crescimento, polêmica, porém indiscutivelmente rompendo BARREIRAS e encurtando as distâncias , sejam elas sociais, econômicas, políticas, ideológicas, científicas ou filosófico-religiosas.

Mas ainda não é uma ‘estrada’ sem buracos, completamente acessível a todos, e sem pedágio, principalmente no nosso país. Mas também acreditamos na democratização do conhecimento , assim com na farta distribuição de direitos, sendo um deles o fundamental direito à informação, que hoje não se faz sem o uso de todas as mídias. E a INTERNET vem crescendo seu campo de utilização por pessoas com necessidades especiais, a exemplo do número de sites (páginas): quando lançamos o DefNet em 23/04/96, éramos apenas 04 (quatro) sites dedicados a pessoas com dEficiência, e hoje temos um número que ultrapassa 30 (trinta), desde homepages pessoais a institucionais ( governamentais e não governamentais, de pais, profissionais, amigos e dos próprios dEficientes), dados que coletamos em recente pesquisa (dezembro de 97). Mas precisamos perguntar , como o fez Beth Wright, em artigo do Point of Departure, uma publicação do Technical Assistance About Trasition and Rehabilitation Act Project,(*): " Como poderemos prover oportunidades para que todos os Americanos possam se beneficiar da ERA DA INFORMAÇÃO ? Esta é uma questão com a qual se defrontam os projetos de treinamento de disseminação e informação que atendem a populações desassistidas e diferenciadas (marginalizadas)...". E ela nos aponta para a necessidade de levarmos as inovações tanto quanto as ‘velhas’ ( e aparentemente obsoletas) tecnologias para o ‘conhecimento’ de todas as minorias, pois que tanto quanto ‘criar’ novas tecnologias se faz necessário torná-las acessíveis a todos, a exemplo da Educação, que hoje procura um novo paradigma para sua qualificação e democratização no Brasil e no Mundo. E aqui acreditamos no potencial de uma Sociedade Inclusiva, uma "sociedade onde não há lugar para atitudes como ‘abrir espaço para o dEficiente’ ou ‘aceitá-lo’, num gesto de solidariedade, e depois bater no peito ou ir dormir com a sensação de ter sido muito bonzinho ..." (C. Werneck), uma sociedade que aceita e realiza a existência da DIFERENÇA, uma sociedade onde os dEficientes ou pessoas com necessidades especiais são CIDADÃOS, participantes e equiparados solitariamente, ativos e criativos em suas comunidades principalmente respeitados em seus direito fundamental de acesso à Informação.

Mas não basta disponibilizar as informações, será (e é ‘preciso’) adaptá-las ao Mundo Atual, torná-las mais compreensíveis , claras e acessíveis a todos os seus usuários.

A informação sozinha não muda nada, e somos hoje super expostos a ‘overdoses’ de informações, o que fará com que tenhamos de aprender a aprender a selecionar , assim como descartar (jogar no lixo, deletar) nossos preconceitos, e assimilar o que ‘realmente’ pode nos fazer mudar as nossas opiniões, conhecimentos, preconceitos e por fim nossas mentalidades e atitudes.

A informação , em futuro muito próximo, é ao nosso ver mais uma ferramenta de transformação (transformação) do homem, que esperamos possa vir reaprender a brincar com os dados , assim como os dados rolam, vivendo esta transtoriedade que é viver como arte, estética e ludicidade, e será preciso conciliar uma revalorização do humanismo como nos diz Michael Dertouzos : " Então , a Nova Era da Unificação nos reconciliará com a fé , razão, natureza e humanidade, abrindo caminho para a Quarta Revolução, muito adiante dos artefatos humanos e suas conseqüências, voltada para dentro, para a compreensão de nós mesmos." (*)

E para que isto ocorra é preciso (urgentemente) uma aceitação da HETEROGENEIDADE, que apesar desta unificação entre as novas Tecnologias e um novo Humanismo, apresenta uma maior difusão de conhecimentos e educação, procurando ensinar a arte da interpretação e análise de informações, que serão comunicadas , em rede, a terceiros, usando métodos orais, escritos, pictóricos, gráficos, artísticos ou multimidiáticos.

É ´PRECISO DISTRIBUIR INFORMAÇÃO COMO SERÃO DISTRIBUÍDOS OS ALIMENTOS NO FUTURO ‘ * jm, SEMPRE À MÃO CHEIA E SEM NENHUMA FORMA DE DISCRIMINAÇÃO OU SEGREGAÇÃO .

II - DEFNET - Como realizar a distribuição da Informação:

Há alguns pontos a considerar com relação à maneira competente e Eficiente de trabalhar e difundir informações. Deveríamos considerar, e estamos nos esforçando para cumprir estes passos:

1- Pesquisa - como adquirir e avaliar a informação

  • Identificamos a necessidade e a demanda destas informações;
  • Busca e verificação da informação existente, dentro e fora da INTERNET;
  • Avaliação cuidadosa e criteriosa de sua precisão e cientificidade;
  • Utilizar o sistema de correios (formal) tanto quanto o eletrônico;
  • Buscar alianças com centros de informação a nível nacional e internacional.

2- Organização e Arquivo - como manter a informação atualizada

  • Permanente ‘navegação’ na Internet;
  • Troca de informações com outros pesquisadores;
  • Processamento dos dados obtidos e registro em computador;
  • Registro impresso ou por escrito de dados coletados como forma auxiliar;
  • Sistematização das pesquisas em sites da INTERNET.

3- Análise e síntese - como interpretar e retransmitir as informações

  • Analisar e selecionar cada informação obtida;
  • Verificar a sua atualidade e potencialidade;
  • Cuidados éticos e de cunho ideológicos-políticos-religiosos;
  • Retransmitir o conteúdo elaborado aos solicitantes (via e-mail) ou difundir através de material impresso.

4- Difusão e divulgação - como democratizar as informações

  • Enviar a entidades congêneres e parceiras, por todos os meios disponíveis.;
  • Solicitar e estimular a difusão por meios de comunicação;
  • Ampliação de rede de contatos ( via computador e por correios);
  • Publicação de nosso Boletim informativo , como forma impressa das informações coletadas;
  • Realizar e coordenar eventos que possibilitem a difusão destes conhecimentos;
  • Incentivar e difundir o conceito de INCLUSÃO SOCIAL e o direito à informação por todos os cidadãos.

5- Novas Técnicas e Tecnologias - como usar as mídias e os novos instrumentos de informação

  • Lutar pela Educação Inclusiva, com participação ativa das organizações de dEficientes no seu processo de implantação no ensino regular;
  • Pesquisar os meios de aplicação de ferramentas da informática no campo educacional;
  • Incentivar o permanente questionamento do uso de Tecnologias na educação, buscando construir novos conhecimentos a partir dos alunos, e não apenas dos professores;
  • Participar ativamente do processo de difusão das informações por todos os meios de comunicação;
  • Ampliar a visibilização das pessoas com necessidades especiais dentro da sua comunidade;
  • Questionar o uso indiscriminado e sem finalidade de novas técnicas e tecnologias;
  • Exaltar e reconhecer o valor de novas tecnologias , principalmente as da Informática, no campo da Saúde e da Educação de pessoas com dEficiências;
  • Ativar a criação de redes públicas de acesso a informações, em parcerias com entidades civis ( privadas ou governamentais);
  • Realizar a cooperação criativa com instituições de Pesquisa e Ensino, do nível fundamental ao universitário.
III - TECNOLOGIA NA ESCOLA E INCLUSÃO SOCIAL

Vivemos hoje uma mudança radical de paradigmas educacionais, assistimos à uma busca incessante de dissolução dos discursos homogeneizantes e totalitários das ciências, em especial do Educadores que acreditam no ‘construtivismo’, assim como nas diversas culturas emergentes no mundo ‘globalizado’. A Tecnologia como processo de transformação é uma realidade, para além das tecnofobias, e ela deverá ser introduzida, e já o é em diversos países, em nosso Brasil de milhões de analfabetos. Mas precisamos colocar alguns pontos de vista em discussão:

1- as tecnologias podem acentuar as barreiras entre os que ‘podem’ e os que ‘não podem’ usufruir de seus benefícios, principalmente num mundo do ‘horror econômico’ (*)

2- as tecnologias produzidas pelo e para o Homem ( o Homus Faber) não foram e não são apolíticas ( ‘neutras’), elas estão inseridas e entranhadas nos sistemas de poder e de leis de mercado, principalmente na desenfreada corrida pelo domínio do ciberespaço .

3- as tecnologias precisam ser apropriadas a cada sistema educacional, cada cultura, em dado momento do contexto sócio-econômico de cada sociedade, visando sempre um aprimoramento ético e estético de seu uso.

4- as novas tecnologias causam um impacto positivo nas Escolas , do mundo e do Brasil, mas é preciso colocá-la dentro de um contexto pedagógico contrutivista, onde " produzir tecnologia não é somente "inventar um novo aparelho", é questionar a tecnologia feita para a escola e o que faz a escola com as produções tecnológicas. É vincular tecnologia e didática...." (* Carina Gabriela Lion) .

5- a utilização de novas tecnologias da educação, para crianças com necessidades educativas especiais, não devem ser vistas como mero ‘apoio’ aos meios da escola, mas sim como um passo em direção à sua busca de independência e autonomia, além de favorecer a quebra dos processo de discriminação social que as envolve.

6- a utilização de recursos informatizados deverá ser estendida a todos os espaços sociais, e nisto a Escola é um ponto fundamental de elaboração do conflitos e mitos provocados por esta introdução destas ferramentas. Caberá aos docentes aprenderem com seus alunos um novo modelo educacional , a ser criado (em conjunto) e permanentemente questionado e avaliado, que dará os rumos a se tomar neste novo campo pedagógico.

7- deverão ser ativamente elaborados novos meios de difusão destes conhecimentos , e da sua proliferação poderá surgir um novo modelo de Educação, uma EDUCAÇÃO DIFE -RENTE, onde a qualidade, a ética, a estética e o respeito às heterogeneidades , associada ao uso de novas tecnologias, recuperam sua dimensão criativa do verbo de origem ( tictein) : " CRIAR , PRODUZIR, CONCEBER , DAR À LUZ" . (*)

8- as novas tecnologias criadas para facilitar e auxiliar às pessoas com dEficiências deverão ser pensadas e aplicadas dentro do respeito às capacidades de autogestão, autonomia, emporwerment, e desejo de equiparação de oportunidades de cada sujeito com sua dEficiência e sua singularidade.

IV - Encerramento da apresentação do trabalho

Participação no I ENCONTRO UNICAMP sobre Comunicação e Mobilidade Alternativa e Aumentativa - Campinas - SP - O3/04 de março de 1998

O DEFNET - Centro de Informática e Informações sobre Paralisias Cerebrais teve a honra de ser convidado a participar desta reunião de pesquisadores brasileiros de aplicação de tecnologias auxiliares para pessoas com deficiências. E aceitamos , dentro de uma humilde posição de um incipiente banco de dados e associação, acreditando na possibilidade de poder intercambiar com várias instituições nacionais e internacionais, e abrir novos caminhos e parcerias para a realização de nossos sonhos e objetivos associativos.

Esperamos que este seja um primeiro evento a ser multiplicado por todo território nacional, já que sua localização geopolítica ainda se faz dentro de um sudeste brasileiro, onde a tecnologia já atingiu grandes espaços sociais e econômicos, que não pode ficar apartado do restante deste continental Brasil.

Referências Bibliográficas (sugestões para leitura e informações adicionais ao texto):

1- Título - O QUE SERÁ (Como o Novo Mundo da Informação transformará nossas vidas)
Autor - Michael Dertouzos
Editora - Companhia das Letras São Paulo SP 1997

2- Título - TECNOLOGIA EDUCACIONAL (Política, História e Propostas)
Autor(es) - Edith Litwin (organizadora)
Editora Artes Médicas Porto Alegre 1997

3- Título - PARA SAIR DO SÉCULO XX
Autor - Edgar Morin
Editora Nova Fronteira Rio de Janeiro RJ 1986

4- Título - AUGMENTATIVE COMMUNICATION IN PRACTICE (An Introduction)
Autor(es) - Sally Millar & Allan Wilson
Editora - CALL Centre University of Endinburg Scotland 1994

5- Título - EDUCAÇÃO EM BYTES - 95/96
Autor(es) - Jorge Márcio Pereira de Andrade ( O Uso da Informática em Educação Especial) et allii
Editora - Casa da Ciência- Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da UFRJ - Rio de Janeiro RJ 1997

6- Título - AS TRÊS ECOLOGIAS
Autor - Felix Guattari
Editora Papirus - São Paulo SP 1993

7- Título - NINGUÉM MAIS VAI SER BONZINHO NA SOCIEDADE INCLUSIVA
Autor - Cláudia Werneck
Editora WVA Rio de Janeiro RJ 1997

8 - Título - INCLUSÃO - CONSTRUINDO UMA SOCIEDADE PARA TODOS
Autor - Romeu Kazumi Sassaki
Editora WVA Rio de Janeiro RJ 1997

9 - Título - A INTEGRAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS (Contribuições para uma reflexão sobre o tema)
Autor(es) - Maria Teresa Eglér Mantoan e colaboradores
Editora Mennon Edições Científicas Ltda. São Paulo SP 1997

10 - Título - SER OU ESTAR : EIS A QUESTÃO (Explicando o Déficit Mental)
Autor - Maria Teresa Eglér Mantoan
Editora WVA Rio de Janeiro RJ 1997

11- LIBERANDO A MENTE - Computadores na Educação Especial
Autor(es) - José Armando Valente (organizador)
Editora UNICAMP - Campinas - SP - 1991

12- O PROFESSOR NO AMBIENTE LOGO (Formação e Atuação)
Autor(es) - José Armando Valente (organizador)
Editora UNICAMP / NIED - Campinas - SP - 1996

13- O HORROR ECONÔMICO
Autor - Viviane Forrester
Editora UNESP - São Paulo - SP - 1997

REVISTAS :

1- Actas do SEMINARIO EUROPEU DE NOVAS TECNOLOGIAS E DEFICIÊNCIA
Promoção - APPC - Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral Portugal 1986

2- Point of Departure - Vol 3 Nº 2 - Fall 1997
Artigo - ON LINE ACESS : ROAD BLOCKS ON THE WAY TO THE INFORMATION SUPERHIGHWAY - Autora - Beth Wright
PACER - Parent Advocacy Coalition for Education Rights - Chigaco - USA

3- Revista Pátio - Revista Pedagógica - Ano 1 Nº 3 - Nov. 97 / Jan. 98
Artigo - UM MODELO PARA PRIORIDADES EDUCACIONAIS NUMA SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO - Autor - Fredic M. Litto
Editora Artes Médicas Porto Alegre RS

4- Revista TEMAS EM DESENVOLVIMENTO - Vol 6 - Nº 35 Nov. /Dez. 97
Propostas de Metas para o Plano Nacional de Educação - Págs. 22/23
Editora Mennon Edições Científicas Ltda. , São Paulo SP

5- Cadernos da TV ESCOLA - ESCOLA HOJE
Publicação da Secretaria de Educação à Distância
INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
MEC - Ministério da Educação e do Desporto Brasília DF 1997

TESES :

1- AJUDAS TÉCNICAS À COMUNICAÇÃO PARA PESSOAS COM PARALISIA CEREBRAL
Autor - Manuel Gradim de Oliveira Gericota
Local - Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Junho de 1995

Endereços de PÁGINAS NA INTERNET :

NACIONAIS:

DEFNET: http://www.defnet.org.br (ver endereços de ASSISTIVE TECHNOLOGY em Outros Sites)
EDUCAÇÃO ON LINE: http://www.regra.com.br/educacao
NIEE - Núcleo de Informática na Educação Especial - UFRGRS: http://niee.educom.ufrgs.br
NIED - UNICAMP: http://www.unicamp.br/nied/Welcome.html
Centro de Reabilitação Cognitiva: http://www.reabcognitiva.com.br
Comunicação Alternativa: http://home.openlink.com.br/caabrasil
LER - Laboratório de Engenharia de Reabilitação: http://www.pucpr.br/pesquisa/ler/ler.htm
Encontro UNICAMP de Comunicação/Mobilidade Alternativa/Aumentativa: http://www.dca.fee.unicamp.br/palma/encontro

Em Português :

Tecnologias de apoio à Pessoa com Deficiência - http://www.inesc.pt/~mgg/tecno.html

INTERNACIONAIS:

AAC - Augmentative And Alternative Communication Community: http://aac.unl.edu/
USSAAC - The United States Society for Augmentative and Alternative Communication: http://kaddath.mt.cmu.edu/scs/93-7.html
Technology Resource Center - http://www.dma.org/trc/trc.html
HANDITEL:
http://www.santel.lu/Handitel/home.html

( # - Maiores informações podem ser solicitadas ao DEFNET , os dados acima fazem parte do nosso Boletim informativo - n.º 7 - de fevereiro/março de 1997)

AUTORIA e responsabilidade das informações acima difundidas :
(no caso de mudança de endereço das páginas solicito avisar nossa associação)

Dr. Jorge Márcio Pereira de Andrade
Médico-Psiquiatra
Presidente - Fundador do DEFNET
Medalha e comenda Prof. Dr. Albert Sabin (respeito aos Direitos Humanos-SP/ 03/ 97)

OBS - No caso de citação deste trabalho solicitamos informar a fonte e os autores do texto.

Copyright © 1999 Dr. Jorge Márcio Pereira de Andrade - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Reproduções desse texto somente com autorização do Autor